Pelo terceiro ano consecutivo a Calisto Corse Equipe vai estar presente no Campeonato Nacional de Ralis com o seu Toyota Yaris 1,3 do grupo A e com a sua equipa habitual Victor Calisto e António Cirne.

Estreando finalmente uma nova relação de caixa de velocidades, a equipa espera finalmente poder tirar um pouco mais partido da motorização muito bicuda que esteve montada no carro a partir do Rali Casino de Espinho.

Contando com os apoios habituais da Elf, Koni, Corte & Cola, Lisborda, Rectometal, F & F Auto e também do Concessionário Toyota para a margem sul A. M. Gonçalves, a Calisto Corse Equipe viu também reforçado o apoio dos Pneus Kumho e a utilização em boa hora de três sponsors novos, a Modifusão, a Galvisul e a Radical Seguros, que depois da experiência no troféu Datsun resolveu apoiar esta veterana equipa, sendo também o seu concorrente moral.

Aproveitando a abertura do Campeonato e a colaboração do Targa Clube, da Elf, dos Pneus Kumho e da editora Talento, Victor Calisto vai lançar a sua primeira publicação – Crónicas Calisto Corse Equipe – resumindo segundo a ”pena” do autor, o que de mais importante se passou do outro lado dos bastidores nos dois últimos Campeonatos Nacionais de Ralis, e que será posto a venda durante o mês de Fevereiro.

E foi desta que a Calisto Corse Equipe quebrou um longo percurso de 15 provas sem conhecer a desistência, abandonando o Casino da Póvoa Rali, após a realização da 8ª prova especial de classificação quando ocupava o 25º lugar da geral e o 2º da classe 5.

A Calisto Corse Equipe, nesta época inscrita pela Radical Seguros, com o seu habitual Toyota Yaris 1.3 do grupo A, conduzido por Victor Calisto e António Cirne, viu o motor da sua viatura ceder a três km do fim da 3º prova especial de classificação Ponte de Lima 3.

Esta dupla estreava nesta prova uma nova relação de caixa estudada pelo Departamento de Competição da Salvador Caetano de molde a poder usar a potência disponível debitada pelos cerca de 120 hp do motor deste pequeno carro japonês.

Usando uma táctica de contenção e de estudo às reacções do carro, esta equipa começou por ocupar o 4º posto da classe 5, e à medida que o rali se ia desenrolando evidenciou cada vez mais uma habituação progressiva a esta nova evolução, começando rapidamente a imprimir um andamento mais forte que a levou ao 2º lugar da classe atrás do inalcançável Nissan Micra de José Barbosa.

Foi com enorme tristeza que a Calisto Corse Equipe teve de confirmar o abamdono, nesta primeira prova do Campeonato Nacional de Ralis de 2003, num fim-de-semana perfeitamente aziago para esta equipa, onde nem a viatura de assistência escapou, tendo o aluguer de um furgão sido a alternativa para o transporte do todo o material necessário.

Um agradecimento ao Frederico Gomes da Auto Transcais que se prontificou rapidamente a resolver o nosso quase insolúvel problema de transporte.

Esperando que este incidente seja ocasional a Calisto Corse Equipe / Radical Seguros irão estar presentes no TMN Rali de Portugal onde esperam, como sempre, poder lutar pela classe 5.

A Calisto Corse Equipe voltou novamente a terminar uma prova a contar para o Campeonato Nacional de Ralis, e desta vez em primeiro lugar da sua classe, após ter interrompido uma brilhante série de dezasseis provas sem conhecer o abandono, com a desistência na primeira prova deste Campeonato Nacional de Ralis de 2003 o Casino da Póvoa Rali.

Desta vez, Victor Calisto e António Cirne e o seu Yaris com um motor em rodagem tiveram que enfrentar a dureza das classificativas de Macedo de Cavaleiros, a intempérie que se fez sentir com chuvas diluvianas, a competitividade dos nossos adversários da classe e a incompetência de uma organização de “vão de escada” que ainda não percebeu que não é só de simpatia e de boas vontades que se podem organizar provas ao mais alto nível.

Apesar de todas as aparências, esta organização do TMN Rali de Portugal voltou a errar gravemente em situações que poderiam facilmente ser evitáveis, se os elementos que são chamados a colaborar com o ACP Sport, no mínimo, soubessem as bases gerais da regulamentação de provas automobilísticas de estrada.

A Calisto Corse Equipe, que começou mal este rali com um andamento muito cauteloso, foi subindo de rendimento e chegou ao final da prova em primeiro lugar da sua classe vencendo na estrada todos os seus opositores, e lamentavelmente, viu ser exibida, no final uma classificação provisória, em que estava classificada em segundo lugar, que só a atenção que a equipa dispensa a estas situações, levou a que a sua reclamação pudesse ser feita nos trinta minutos subsequentes e reposta a verdade da classificação.

É que a equipa da Auto Rabal e o seu Ford Kakitcar, superiormente guiado pelo nosso muito querido amigo Aires Pereira, infelizmente, não cumpriu o percurso do Rali até ao fim e portanto não podia estar classificada, por muito que a organização “quisesse fazer o jeito” a este infortunado piloto.

E, foi muito a custo que a direcção de prova assumiu o erro, e rectificou uma classificação final que vale por si só e essencialmente por ser a imagem real e inequívoca do cumprimento integral das regulamentações, sem as quais mais selva ainda haveria...

Pergunto-me a mim mesmo se a mesma situação se passasse com um dos pilotos “top” se a mesma decisão teria sido tomada. 

 

 

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